O candidato ao Governo do Maranhão, Felipe Camarão (PT), criticou os resultados mais recentes do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) e afirmou que os números refletem o que classificou como um processo de descontinuidade das políticas públicas educacionais implementadas em gestões anteriores.
Em publicação nas redes sociais, Camarão declarou que o desempenho do estado “era esperado” e atribuiu o resultado ao desmonte de programas educacionais durante o governo de Carlos Brandão.
Segundo o candidato, o Maranhão caiu para a 22ª colocação no ranking nacional do IDEB e passou a ocupar o último lugar entre os estados do Nordeste.
Ao comparar os atuais indicadores com o período em que comandou a Secretaria de Estado da Educação, Felipe Camarão destacou que, durante sua gestão, o Maranhão alcançou a 13ª posição no ranking nacional e ocupava o 3º lugar na região Nordeste.
“Como era esperado, o resultado do IDEB do governo Brandão foi desastroso. O Maranhão caiu para o 22º lugar no ranking nacional e ficou em último lugar no Nordeste. Enquanto fui secretário, o estado chegou à 13ª colocação no Brasil e era o 3º melhor da região”, afirmou.
A declaração reforça o discurso adotado por Camarão durante a campanha eleitoral, no qual tem defendido a retomada de programas voltados à melhoria da qualidade da educação pública, valorização dos profissionais da educação, expansão das escolas de tempo integral e fortalecimento dos indicadores de aprendizagem.
As críticas também ampliam o debate sobre a educação no Maranhão, tema que deve ocupar espaço central na disputa pelo Palácio dos Leões durante a campanha eleitoral de 2026.
